Solução 360 · tecnologia para foodservice
Onze sistemas em produção, um ERP no centro e um agente que coordena todos eles. A IOGAR não vende software: entrega o controle de uma operação de restaurante — da nota fiscal que chega até a louça que quebra, do ponto do funcionário à mesa que reserva.
01 · a arquitetura
O ERP IOGAR é o miolo: cliente, contrato, licença, financeiro e fiscal. Em volta dele giram os sistemas que tocam o dia a dia da operação — e cada um deles funciona sozinho, é vendido sozinho e conversa com o centro. Toque num sistema para ver o que ele faz.
02 · o portfólio
Nenhum deles é protótipo. Cada um nasceu resolvendo um problema real de uma casa que a IOGAR atende, e ficou de pé com bateria de testes, deploy próprio e suporte.
03 · a cereja do bolo
O nome vem do tupi. Cauê é usado como saudação — algo perto de "salve" — e está ligado ao gavião, a ave que enxerga de longe e não perde movimento no chão. É exatamente o papel dele aqui: ver tudo de cima e avisar antes.
O Cauê é um agente de IA que a IOGAR treinou e que coordena o ecossistema inteiro. Ele lê a caixa de e-mail, responde quem é autorizado, cobra quem não respondeu, vira tarefa o que depende de gente, atende os chamados dos sistemas, conserta código, publica versão nova e conversa por WhatsApp com a operação.
Ele é o que faz onze sistemas parecerem um só. Sem ele, cada software precisaria de uma equipe de suporte; com ele, um consultor toca a operação inteira.
O painel do Cauê numa madrugada de trabalho. O texto está borrado de propósito: são avisos com nome de gente, número de chamado e nome de cliente.
04 · a cobertura
É aqui que o conjunto vale mais que a soma. Um concorrente resolve uma frente; a IOGAR chega com todas, e com os números de uma conversando com os da outra.
05 · o que já entregamos
Três anos de uma casa reconstruídos linha a linha. Achamos que a taxa de cartão não tinha subido (era um acerto de R$ 71 mil num único dia) e que metade do tombo do ano era reserva trabalhista que ninguém tinha constituído.
Uma ficha técnica dizia que a receita rendia 1 quando rendia 12. O prato aparecia deficitário havia meses. O motor achou, a cozinha confirmou, o cardápio mudou.
O sistema cobrava três vezes o mesmo prejuízo e projetava o semestre como se fosse o mês. Corrigido, o número virou 0,2% do faturamento — e voltou a ser levado a sério.
Um auditor de telas com 18 invariantes roda em todas as lojas: o número que a tela mostra tem de se explicar pelos números que ela mesma mostra. Erro novo vira invariante e não volta.
Vinte e três lançamentos com grama no campo de quilo inflavam o prejuízo de um bar inteiro. Achado na migração, corrigido com backup e aprovação.
A virada de um sistema de perdas para o nosso: catorze clientes, produtos, cortes e perdas, com as contas batendo antes e depois.
06 · o negócio
Todos são multi-cliente, com licença por loja, plano e corte de acesso controlados pelo ERP. Um restaurante pode comprar só o controle de validade, só o CMV, só a reserva — e crescer para dentro do ecossistema depois.
A tecnologia já está pronta e é a mesma em qualquer cidade. O que falta para atender Belo Horizonte, Curitiba ou Lisboa é gente treinada no método — e é isso que uma franquia entrega.
O que isso significa para o mercado: hoje um restaurante compra o PDV de um fornecedor, a etiqueta de outro, o CMV de um terceiro e a reserva de um quarto — e nenhum deles conversa. A IOGAR chega com tudo integrado e com quem entende do negócio operando junto. É consultoria com sistema, não sistema procurando consultor.
07 · o convite
Onze sistemas em produção, clientes usando todos os dias e um agente que sustenta a operação sozinho. O próximo passo não é construir: é levar isso para mais cidades, com gente treinada no método da casa. Se você quer ver por dentro, a gente abre.
Falar com a IOGARleandro@iogar.com.br