Solução 360 · tecnologia para food service
Onze sistemas em produção, um ERP que está virando o cérebro da operação e um agente que coordena todos eles. A IOGAR não vende software: entrega o controle de uma casa, da nota fiscal que chega até a louça que quebra, do ponto do funcionário à mesa que reserva.
01 · a tese
Nenhum dono perde dinheiro por falta de vontade. Perde porque o sistema dele não enxerga certas coisas: o preço que subiu sem ninguém ver, a ficha que promete o que a cozinha não faz, a louça que quebra e nunca vira número. Cada sistema nasceu apontando para um desses buracos, e os números abaixo saíram de operação real.
Numa casa de R$ 1,27 milhão no mês: 34,8% do faturamento em compras contra 22,2% de consumo medido pela ficha. A diferença é estoque comprado e não consumido. Sem medir os dois lados, ninguém sabe se é compra adiantada, perda ou ficha errada.
Em 90 dias, uma casa comprou 1,54 vez o salmão que a ficha técnica previa. Não é necessariamente desperdício: é a ficha desatualizada mandando na precificação de um cardápio inteiro.
Oitocentos e vinte e quatro produtos carregavam um custo adicional de embalagem, quase 9% do faturamento, com apenas dois valores repetidos. Em 79 deles, era esse custo sozinho que jogava o CMV acima de 50%.
É quanto a quebra de louça custa da receita numa operação saudável. Quase nenhum restaurante brasileiro sabe o próprio número, porque ninguém conta a louça, e o que não se conta não entra no resultado.
02 · a arquitetura
O ERP IOGAR é onde a informação de todos se encontra e vira decisão: o financeiro completo da operação, contas a pagar e a receber ponta a ponta, ligado ao banco por VAN. É ele que vai receber o dado de todos os outros e devolver a gestão pronta. Em volta giram os sistemas que tocam o dia a dia, e cada um funciona sozinho, é vendido sozinho e conversa com o centro. Toque num sistema.
03 · a integração
Esta é a parte que nenhum concorrente entrega: o dado atravessa os sistemas. O preço que o Vigia aprendeu na nota fiscal vira o custo do corte no TagChef; o faturamento que o PDV registrou vira a régua da quebra de louça; o que quebra em qualquer um vira chamado para o Cauê. Nada disso é promessa, está no ar.
| Quem manda | O quê | Para quem | Estado |
|---|---|---|---|
| Vigia CMV | insumo tratado e custo por unidade de uso, loja a loja | TagChef | no ar, sincroniza sozinho |
| Vigia CMV | faturamento e cupons do mês, loja a loja | Controle de Louças | no ar desde 18/08 |
| PDV da loja | venda item a item, cupom, desconto e taxa | Vigia, BI, Metas | no ar, de hora em hora |
| JetTax | NF-e de compra do CNPJ da loja | Vigia CMV | no ar, sync horário |
| IOGAR ERP | licença, plano, corte e religamento de acesso | TagChef, Louças, FrostChef | no ar, console único |
| Vigia e IOGAR One | visão consolidada, só leitura | IOGAR ERP | no ar |
| Todos os sistemas | chamado do usuário, erro e alerta operacional | Cauê | no ar, 24 horas |
| Cauê | aviso de quebra, diferença, preço e prazo | WhatsApp e e-mail de quem decide | no ar |
| Todos | resultado, custo e indicador da loja | IOGAR ERP como cérebro | próximo passo |
04 · o portfólio
Nenhum é protótipo. Cada um nasceu resolvendo o problema de uma casa que a IOGAR atende e ficou de pé com bateria de testes, deploy próprio e suporte. Abaixo, o que cada um faz, o que ele já achou de verdade e as telas.
05 · a cereja do bolo
O nome vem do tupi. Cauê é usado como saudação, algo perto de "salve", e está ligado ao gavião, a ave que enxerga de longe e não perde movimento no chão. É exatamente o papel dele: ver tudo de cima e avisar antes.
Ele não é um chat em cima dos sistemas. Ele opera dentro deles. Roda em servidor próprio, guarda a memória do que cada sistema aprendeu, e é o mesmo agente que recebe o chamado, entra no código, corrige e publica a versão em produção.
Lê a caixa de e-mail e responde quem é autorizado, cobra quem não respondeu, vira tarefa o que depende de gente e atende os chamados dos onze sistemas. Fala com a operação por WhatsApp e atende dezenas de pessoas ao mesmo tempo, cada uma no seu número, sem ninguém esperar na fila do outro.
E não perde pedido no caminho: promessa feita vira dívida vigiada. Se a ordem travar, ele volta, refaz e avisa quem pediu.
É ele que faz onze sistemas parecerem um só. Sem ele, cada software precisaria de uma equipe de suporte; com ele, um consultor toca a operação inteira. É o que torna a franquia possível.
O painel dele por dentro. Cada tarefa tem dois caminhos: Pro Cauê fazer, e ele executa, ou Pra mim, e ele cobra até sair.
06 · para onde vai
Cada sistema entrega a verdade da sua frente. O ERP é onde essa verdade vira dinheiro entrando e saindo: contas a pagar e a receber de ponta a ponta, pagamento e conciliação direto no banco por VAN bancária, nota fiscal e obrigação em dia. O passo em curso é ele receber o dado de todos e devolver o resultado da loja, da rede e da franquia, sem ninguém montar planilha.
A infraestrutura para isso já existe: os sistemas falam a mesma língua, têm API de integração, licença por loja e um agente que mantém tudo de pé. O que falta é ligar os fios, e é aí que o investimento entra.
07 · a cobertura
É aqui que o conjunto vale mais que a soma. Um concorrente resolve uma frente; a IOGAR chega com todas, e com os números de uma conversando com os da outra.
08 · o que já entregamos
Uma casa japonesa de alto padrão, R$ 1,27 milhão no mês, com o CMV medido prato a prato pela ficha e acompanhado todo dia: 7,8 pontos abaixo da meta que ela mesma definiu, e com 93% do cardápio coberto por ficha técnica.
Três anos de uma casa reconstruídos linha a linha. Achamos que a taxa de cartão não tinha subido (era um acerto de R$ 71 mil num único dia) e que metade do tombo do ano era reserva trabalhista que ninguém tinha constituído.
O primeiro mês de uma loja nascia pela metade no fluxo de caixa porque a busca filtrava por emissão. O EBITDA exibido era de R$ 450 mil numa casa de R$ 671 mil de faturamento. Hoje o número fecha.
Vinte e três lançamentos com grama no campo de quilo inflavam o prejuízo de um bar inteiro. Achado na migração, corrigido com backup e aprovação de quem opera.
Um auditor com 18 invariantes roda em todas as lojas: o número que a tela mostra tem de se explicar pelos números que ela mesma mostra. Erro novo vira invariante e não volta.
Mão de obra classificada como despesa operacional em quatro meses. O EBITDA não mudava, a leitura sim: a loja parecia gastar 45% em operação quando gastava 34,7%.
Todos os números acima saíram de operação real de clientes da IOGAR, com o nome da casa preservado.
09 · o negócio
Todos são multi-cliente, com licença por loja, plano e corte de acesso controlados pelo ERP. Um restaurante compra só o controle de validade, só o CMV, só a reserva, e cresce para dentro do ecossistema depois.
A tecnologia está pronta e é a mesma em qualquer cidade. O que falta para atender Belo Horizonte, Curitiba ou Lisboa é gente treinada no método, e é isso que a franquia entrega, com o ERP no meio controlando cada unidade.
O que isso significa para o mercado: hoje um restaurante compra o PDV de um fornecedor, a etiqueta de outro, o CMV de um terceiro e a reserva de um quarto, e nenhum deles conversa. A IOGAR chega com tudo integrado e com quem entende do negócio operando junto. É consultoria com sistema, não sistema procurando consultor.
10 · o convite
Onze sistemas em produção, clientes usando todos os dias, um agente que sustenta a operação sozinho e um ERP virando o cérebro de tudo. O próximo passo não é construir: é ligar os fios e levar o método para mais cidades. Se você quer ver por dentro, a gente abre o sistema na sua frente.
Falar com a IOGARleandro@iogar.com.br